Interculturalidade e Humanidades na Perspectiva Freireana

A obra ‘Interculturalidade e Humanidades na Perspectiva Freireana”, foi organizada a partir dos trabalhos realizados na disciplina de mesmo título, com objetivo de aprofundar os estudos e compreender a cultura das manifestações humanas expressas em diferentes contextos, na busca por emancipação e autonomia, visa ainda promover a solidariedade no sonho de uma educação libertadora.

No prefácio, do Professor Luís Távora, tem-se reflexões inspiradas em Paulo Freire como caminho de esperança e transformação social. A obra, reunida em 15 capítulos de diversos pesquisadores, traz experiências e estudos diversos que enfatizam a interculturalidade, o diálogo e a emancipação dos sujeitos.

Saber-Fazer Didático (E-BOOK GRATUITO)

Em relação ao Ensino Médio, na BNCC, o foco da área de Linguagens e suas Tecnologias está na ampliação da autonomia, do protagonismo e da autoria nas práticas de diferentes linguagens; na identificação e na crítica aos diferentes usos das linguagens, explicitando seu poder no estabelecimento de relações; na apreciação e na participação em diversas manifestações artísticas e culturais; e no uso criativo das diversas mídias (BRASIL, 2018, p. 471).

Para que a organização curricular a ser adotada – áreas, interáreas, componentes, projetos, centros de interesse etc. – responda aos diferentes contextos e condições dos sistemas, das redes e das escolas brasileiras, é fundamental que a flexibilidade seja tomada como princípio obrigatório. Independentemente da opção feita, é preciso destacar a necessidade de “romper com a centralidade das disciplinas nos currículos e substituí-las por aspectos mais globalizadores e que abranjam a complexidade das relações existentes entre os ramos da ciência no mundo real” (Parecer CNE/CEB nº 5/2011).

Para tanto, é fundamental a adoção de tratamento metodológico que favoreça e estimule o protagonismo dos estudantes, como também que: evidencie a contextualização, a diversificação e a transdisciplinaridade ou outras formas de interação e articulação entre diferentes campos de saberes específicos, contemplando vivências práticas e vinculando a educação escolar ao mundo do trabalho e à prática social e possibilitando o aproveitamento de estudos e o reconhecimento de saberes adquiridos nas experiências pessoais, sociais e do trabalho (Resolução CNE/CEB nº 3/2018, Art. 7, § 2º).

Formação do Docente de Adultos – Numa Perspectiva Freireana na Província de Cuanza/Sul Angola (E-BOOK GRATUITO)

Esperamos que as leituras dos textos e referenciais teóricos-metodológicos, bem como as reflexões sobre a Educação de Jovens e Adultos e a formação do professor que nela atua, venham constituir-se em contribuições que transcendam marcos temporais e espaciais, mantendo a contemporaneidade e relevância dos temas tratados.

Convidamos à reflexão sobre os conceitos relativos ao desenvolvimento de uma educação democrática e libertadora, pautada em princípios como humildade, empatia, amor, esperança, diálogo, criticidade, autonomia, os quais Freire (1997) aponta como necessários ao professor de EJA no ato de ensinar e de aprender a ser professor.

Para Freire (1997) o formar-se professor é assumir a realidade concreta transformando-se e transformando, o que desvela a dimensão na prática educativa docente, daquele que luta constantemente contra qualquer forma de discriminação e dominação.

Educação Digital como Fator de Proteção Humana (E-BOOK GRATUITO)

O livro “Educação Digital como Fator de Proteção Humana” defende que a proteção integral de crianças e adolescentes deve ser o pilar fundamental de qualquer processo de inclusão tecnológica na sociedade moderna. As autoras criticam fortemente o modelo de “inclusão digital às cegas” e o fenômeno do “abandono digital”, situações em que os jovens são expostos prematuramente às telas sem a devida mediação, orientação,
supervisão ou estabelecimento de limites por parte das famílias e da sociedade.

Para corroborar com tal crítica, são apresentados os resultados de uma pesquisa do tipo quanti-qualitativa sobre a educação digital na percepção de 1.834 professores de 195 municípios do Estado do Paraná, de onde é confirmada a necessidade de se promover ações educativas e eventos (in)formativos, para efeito preventivo e
protetivo na Era Digital, clarificando o papel do Estado, da família e da escola aliada à universidade, assumindo cada qual a sua responsabilidade, como desafio emergente do nosso tempo.

Para reverter o processo de inclusão digital às cegas, o livro propõe a transição da mera alfabetização técnica para a “sabedoria digital” através da prática da Educação Digital Consciente, de modo a subsidiar, especialmente, professores e pais de crianças e adolescentes, com ferramentas de proteção. Como guia prático, a obra compartilha a expertise do Instituto Tecnologia e Dignidade Humana (I-T&DH), estruturando soluções em três pilares de intervenção: Prevenção básica; Mediação crítica; Combate a riscos severos.

Em suma, a obra atua como um manifesto e um guia preventivo. Ela convoca o Estado, a escola e as famílias a se unirem em uma rede de corresponsabilidade para garantir que os resultados dos avanços tecnológicos sejam utilizados de forma ética, crítica e segura, colocando sempre a dignidade e a proteção humana, principalmente da futura geração, em primeiro lugar.

Interculturalidade e Humanidades na Perspectiva Freireana (E-BOOK GRATUITO)

A proposta valoriza a ação coletiva, a escuta das populações excluídas e a construção de uma sociedade mais justa e solidária. Assim, a educação aparece como instrumento fundamental para enfrentar os “tempos sombrios”, promovendo autonomia, consciência crítica e a reconstrução de laços humanos em direção a um futuro mais igualitário.

Vozes da Era Digital: pela Proteção à Criança e ao Adolescente (E-BOOK GRATUITO)

O livro “Vozes da Era Digital: pela Proteção à Criança e ao Adolescente”, apresenta reflexões e constatações emergentes de caráter multidisciplinar – abrangendo saúde, educação, família, engenharia, arquitetura, direito, segurança e justiça – sobre os impactos humanos decorrentes da produção intensificada e do uso ampliado das tecnologias digitais de informação e comunicação em todos os tempos e espaços. Representa um produto de utilidade pública socioeducacional sob a ótica da “ética da prevenção”, pois subsidia o planejamento de políticas públicas protetivas, com especial atenção ao princípio do superior interesse da criança e do adolescente – no e do mundo digital –, resguardando, acima de tudo, o princípio da prioridade absoluta, enquanto sujeitos de direitos, conforme proclama a Carta Magna brasileira.

 

Maria Tereza Uille Gomes

Procuradora de Justiça do Ministério Público do Paraná (1987-2016); Secretária de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do PR (2011-2014); Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (2017-2021)

Fale conosco
0
    0
    Carrinho
    Carrinho vazioSeu carrinho está vazioVoltar à loja
    Compra segura
    Entrega rápida
    Devolução fácil